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Arquivo da categoria ‘Teatro’

Já escrevi aqui sobre a incrível adaptação feita pela Companhia dos Satyros da obra máxima do Marquês de Sade, 120 Dias de Sodoma. Falei do horror, das cenas de tortura e da sensação que é presenciar uma montagem de um texto com tal nível de subversão. O que eu não sabia é que o horror, [...]

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120 Dias  de Sodoma é uma peça extremamente difícil de resenhar por várias razões. Para tentar destravar o texto, vou elencá-las: 
- O texto homônimo escrito pelo Marquês de Sade na Bastilha é um inventário do deboche: profano, libertino, descarado, criativo, tresloucado e sem limites. Uma libertinagem do abismo, formada a partir de um texto cuja [...]

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Neste domingo, dia 14/12, fui conferir a montagem completa da peça Manual Prático Para o Anonimato, cujo esquete eu tinha visto na Satyrianas, ainda sob o nome provisório de Chuck Palanhniuk. A peça, dos alunos da Oficina dos Satyros, é muito bem estruturada, e ter tido a oportunidade de ver primeiro alguns esquetes e só [...]

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Demorei, mas finalmente assisti Senhora dos Afogados, adaptação de Antunes Filho para a tragédia de Nelson Rodrigues. Essa é a terceira montagem do dramaturgo que vejo em pouco tempo – Vestido de Noiva, dos Satyros, Álbum de Família, da Cia. Profana de Teatro, e agora Senhora dos Afogados, que considero uma das peças mais difíceis [...]

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E lá vamos nós para mais um dia na Satyrianas. A Praça Roosevelt estava bem menos lotada do que na sexta-feira, já que a programação do evento não se estende até a madrugada neste último dia. Desta vez, consegui assistir duas peças: Chuck Palanhniuk, às 16:20 no Satyros 2, e Catástrofe da Borboleta, às 18h30 [...]

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Bombando como sempre, o Satyrianas trouxe muita gente para a Praça Roosevelt na noite de ontem. Fui até lá conferir a peça Não Contém Glúteos, da Olaria Grandes Bosta. Apesar de alguns erros de performance e improvisos não tão bem sucedidos, a peça é extremamente criativa (com esquetes humorísticos que ironizam temas diversos, como [...]

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Domingo. Praça Roosevelt. Ás 20h30, em ponto, tocou o sinal do Espaço dos Satyros – a partir do corredor estreito, com figuras vestidas em hábitos religiosos, muito incenso e canções sacras, começava Álbum de Família, montagem da Cia. Profana de Teatro a partir do texto homônimo de Nelson Rodrigues.
Jonas e Senhorinha possuem um relacionamento complicado, evidenciado pela tensão [...]

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O musical Hair, que estreou na Brodway em 1968, é tema de uma edição especial do Site de Cultura da Cásper. Escrito por Gerome Ragni e James Rado, a peça é formada por inúmeras situações e fragmentos, interligados por diálogos maravilhosos – pela união da irreverência com a subversão -, músicas memoráveis (“Sodomy/Fellatio/Cunnilingus/Pederasty/ Father, why [...]

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