
Este quinto episódio de True Blood me surpreendeu positivamente, o que me aliviou muito, porque os últimos dois episódios me decepcionaram bastante. Pelo jeito, True Blood engrena de vez nos episódios posteriores, que se aproximam da resolução do mistério dos assassinatos e mostram a evolução do relacionamento entre Sookie e Bill.
Sparks Fly Out traz um acontecimento da série que esperava a cada novo episódio – a palestra de Bill na Comissão da avó de Sookie sobre os veteranos da Guerra Civil americana. Eu esperava que esse momento fosse mostrar-se espetacular – e, embora tenha esperado menos pose de Bill e menos discursos prontos por parte do personagem, era óbvio que a única saída para ele, um vampiro, era ater-se ao senso comum para sobreviver àquela prova de fogo.
Este episódio, finalmente, mostra como Bill transformou-se em vampiro, em uma das sequências mais lindas de True Blood. Um soldado faminto, ensanguentado e morrendo de saudades da família que se vê impedido de realizar esse sonho estando a apenas poucos metros de casa foi uma excelente sacada para prender ainda mais o espectador e fazê-lo se identificar de vez com Bill. Aliás, essa cena me deixou confusa em relação ao processo de se tornar um vampiro – Bill bebe o sangue do pescoço da vampira e se torna um. Sookie também bebeu o sangue de Bill no 2º episódio, mas continua humana. Preciso tentar entender isso.
Além dos maravilhosos flahsbacks de Bill, também estou gostando muito de Lafayette na história. Queria saber mais sobre as ligações dele com os vampiros e o uso que ele faz do V. Achei excelente a cena em que Lafayette explica a um fascinado e alucinado Jason como se usa o sangue de vampiro para obter uma capacidade sensorial aguçada. Entretanto, mesmo neste episódio interessante e bem concatenado, não consigo deixar de achar que Jason continua sendo um personagem ridículo – embora a atuação do ator e seu esforço em criar um personagem absolutamente patético, ridículo e ninfomaníaco seja inigualável.
E que venha mais True Blood. Aliás, o clímax deste episódio é fantástico – só assistindo para saber.
Dica: Este blog fala um pouco das diferenças entre os livros e a série.
O ritmo esta semana está bem mais lento, mas continuarei atualizando. Em seguida, venho com United States of Tara 4 e 5.



Eu coloco esse episódio como um dos dois melhores da série, seguido de Mine.
Não ansiava, como você, pelo grande encontro dos descendentes dos Confederados. E muito menos pensava que dali pudesse sair uma das melhores coisas de True Blood: a origem de Bill.
Jason é assumidamente um pesonagem cômico numa série de cenas fortes. Mas prefiro ele fazendo graça que Tara e/ou Lafayette, como eram lá nos primeiros episódios, enquanto suas tramas não se apresentaram. Sâo personagens com linha de histórias bem mais interessantes e seria um desperdício dramático se fisessem cenas bobinhas.
Tara está com uma subtrama bem melhor agora. E Jason, viciado em V, está começando a me deixar muito interessada. Acho que ele promete, principalmente com a cabeça a prêmio. E a origem de Bill foi, para mim, um dos momentos mais emocionantes da série.