O Bat for Lashes é uma das bandas que eu mais escuto ultimamente. Nunca sei definir com precisão o som feito por Natasha Khan. No myspace (confiram a ótima A Forest) da banda, ela diz que a sonoridade do Bat For Lashes é parecida com halloween when you’re small, dreaming by the sea, pine trees, UFO’s, children’s choirs, broken heart, harpsichords, big marching band drum, electric guitars, strings, autoharp, dark nightime lovemaking… Resumindo: algo incomum. Essa definição é coerente em relação ao som do primeiro álbum de estúdio da banda, Fur and Gould.
Fur and Gold traz composições lindas, marcadas por letras melancólicas – And when he asked me: do you still love me?’/I had to look away – e instrumentos inusitados, que constroem uma sonoridade misteriosa, mágica. O melhor, entretanto, é que essa mistura de instrumentos e a voz marcante de Natasha Khan são ainda mais impactantes ao vivo. As melhores do álbum, Horse and I, What’s a Girl to Do, Trophy e Prescilla, são perfeitas para ouvir em um ambiente intimista, entre um sorriso, várias idéias e alguns cigarros.




Gente, que banda diferente.
É sensual, meio dramático, meio suspense.
Gostei!
PS: Não percas as esperanças…
[...] impossível não se encantar com a música mágica e etérea do Bat for Lashes. E é uma pena que o show do Radiohead aqui no Brasil não será nos moldes da turnê européia, [...]